Panorâmica Social

Denúncia das injustiças da plutocracia brasileira e mundial

15 de agosto de 2013

Singapura, exemplo de sucesso neoliberal?

Pobreza em Singapura

O mundo vivia uma fase de relativo crescimento econômico nos anos pós-II Guerra, quando os países reconheceram as limitações e o fracasso do liberalismo do final do século XIX, e, principalmente, por conta do “perigo” comunista que vinha da antiga União Soviética, fato que obrigou os  governos mundiais a ceder a algumas demandas da população, como o aumento da proteção aos trabalhadores na forma do Estado de Bem-Estar Social. Além disso, resolveram que o Estado deveria tomar as rédeas da Economia, para nunca mais terem que lidar com uma nova crise como a de 29. Isso até os anos 80, quando o presidente norte-americano Ronald Reagan e a primeira-ministra britânica Margareth Thatcher resolveram destruir esse modelo pelo mundo afora, defendendo reformas que, em certo sentido, resgatavam e aprofundavam alguns pressupostos do liberalismo – que ficaram então conhecidas como neoliberalismo.

O que defendem os neoliberais

Resumidamente, podemos definir algumas ideias políticas e econômicas neoliberais como essas: sistema capitalista que defende a não-intervenção do Estado na economia (Estado Mínimo) onde o Mercado é livre sem regulação estatal e a competitividade determinaria por si só o sucesso e o crescimento social de um país (“Mão invisível” do Mercado); privatização massiva de empresas estatais; livre circulação de investimentos e capitais  internacionais (com certa restrição à livre circulação da força de trabalho); abertura da economia pra a livre entrada de produtos estrangeiros, entre outras.

Fracasso do neoliberalismo pelo mundo

Depois da onda neoliberal que varreu o mundo nos anos 90 – e que chegou até nós no nefasto governo tucano de FHC – a maioria dos eleitores resolveu rejeitar esse modelo em diversos países, primeiro na América Latina, e agora pela Europa. O fracasso colossal das promessas neoliberais, o aumento do desemprego em massa, as repetidas crises econômicas que levam milhares de famílias à falência, o enfraquecimento das indústrias locais e o aumento do abismo entre ricos e pobres parecem argumentos fortes o suficiente para essa rejeição. Mas alguns defensores do sistema ainda resistem e foram procurar mundo afora algum mísero exemplo de sucesso domapa_singapura neoliberalismo, para provar que eles não estão tão iludidos assim. Foram encontrar um modelo numa pequena cidade-estado de 700Km2 na península da Malásia, na Ásia, com uma população menor do que a da cidade do Rio de Janeiro, com 5 milhões de habitantes: Singapura. Pelo menos, é o que eles pensam.

Fazendo o contrário do que manda a cartilha neoliberal

Singapura conseguiu alguns êxitos com investimentos estrangeiros diretos, mas não deixou as empresas multinacionais fazerem o que queriam, como defendiam os neoliberais. De acordo com o sul-coreano Ja-Hoon Chang, economista de Cambridge, enquanto recebiam bem as empresas estrangeiras, o governo adotava políticas seletivas para direcionar os investimentos em áreas que julgava estratégicas para o país – ou seja, a típica intervenção estatal na economia1.

O país, na verdade, não está em plena conformidade com os aspectos do ideal neoliberal como pensam seus defensores, muito pelo contrário. Indo na contramão do lema capitalista “mínima participação estatal nos rumos da economia de um país”, ele deu vários subsídios para atrair determinadas corporações transnacionais que considerava estratégicas para o país em detrimento de outras. Além disso, Singapura é um dos maiores Estados com empresas públicas do mundo inteiro. A participação de empresas públicas na economia é 4 vezes maior do que a da Argentina, por exemplo, e ainda há quem acredite que os nossos vizinhos sul-americanos quebraram a economia por conta de uma excessiva intervenção do Estado, enquanto Singapura é enaltecida como exemplo de sucesso do desenvolvimento econômico conduzido pelo setor privado…

A Singapore Airlines, por exemplo, é uma das empresas aéreas mais conhecidas e eficientes do mundo. Ao contrário da maioria das outras empresas do setor, ela nunca teve uma perda financeira em seus 35 anos de história. Não deve ser coincidência que a empresa é um empreendimento estatal, a exemplo de muitos outros no país, em mais um flagrante desrespeito às normas neoliberais – nesse caso, as privatistas…

O crescimento econômico de Singapura, baseado na sua forte indústria – 18 por cento mais produtos manufaturados per capita do que os Estados Unidos4, apesar dos teóricos do livre-comércio defenderem a vocação “agrícola” do país, ou os profetas da economia pós-industrial alegarem que seria melhor desenvolver o setor de serviços – vinha ocorrendo de forma sistemática desde os anos 60 e 70, e não por conta das políticas neoliberais dos anos 90. Aliás, hoje Singapura é um dos países mais desiguais do planeta, ocupando a posição 78º numa lista de 124 países, atrás da Guiné e da Jamaica, por exemplo, justamente por conta do seu mercado aberto. Se o país cresceu em alguns setores, foi apesar das políticas neoliberais adotadas pelo governo, e não por causa delas, como acreditam as tietes do livre-mercado, como acabamos de demonstrar.

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  1. CHANG, Ha-Joon. O Mito do Livre-Comércio e os Maus Samaritanos – A história secreta do capitalismo. Ed. Campus, Rio de Janeiro, 2008. p.93
  2. Idem, pp. 27-28
  3. Idem, 105
  4. Idem, p. 210

24 comentários:

  1. Muitos dos problemas que você citou não são causados pelo neoliberalismo, mas sim pelos monopólios de empresas (tanto privadas quanto públicas), que é o caso por exemplo do transporte em grandes cidades, o que gerou o Passe Livre em SP, se ao invés de pedirem passe livre, pedissem a quebra do monopólio do transporte público, haveria transporte barato e de qualidade.
    A livre concorrência costuma resolver 90% dos problemas que o homem causa.

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    1. Um homem que, por razões nem sempre nobres possui os meios de produção, com a opção de escolher "livremente" contratar milhares de pessoas, que desprovidas de tais meios, "livremente" vendem a única coisa que possuem, a força de trabalho em troca de um salário que não corresponde à riqueza que produz. Isso a nível local.

      A nível internacional, mercados fortes e industrializados obrigam mercados emergentes a abrir suas fronteiras a seus produtos com alto valor de trabalho agregado, enquanto fortalecem a vocação "agrícola" desses países, numa concorrência desleal e discrepante.

      A livre concorrência não resolve os problemas que o homem causa. Ela é o problema.

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    2. Quer dizer que Monopólio não é premissa do Livre mercado? Danou-se tudo agora

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    3. Monopólio: premissa de livre mercado? Aonde? As vezes eu tenho a impressão de que o povo não sabe o que escreve. Premissa é algo que vem antes daí o termo PRE.
      Além disso, o livre mercado por ser livre combate o monopólio porque nada impede que uma empresa surja e compita com a empresa monopolista estabelecida. Ou ainda: como chegar a ser um monopólio sem ser o melhor no que faz? E se é o melhor, então por que não ser monopólio? Ou seja: só se chega a ser monopólio se for muito bom para o consumidor se não o consumidor vai comprar do concorrente ora. Quanta ignorância!!!

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    4. Quando Marx refutou Keynes e os atuais marxistas

      http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1608

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    5. Você só esqueceu de mencionar que, no liberalismo, o empregado tem poder de barganha.

      Ele não é obrigado a trabalhar para o patrão "malvado" se as condições de trabalho não o favorecerem. Pelo contrário, na sociedade liberal é tão fácil abrir negócios e há tão poucos, ou nenhum, impostos que a oferta de emprego é gigantesca e o trabalhador pode facilmente escolher onde quer trabalhar.

      Seu artigo é altamente tendencioso e desinformado.

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    6. Lucas, ou você distorce a realidade por ingenuidade pura, ou por interesses próprios...

      Você quer nos fazer acreditar que, na desigual relação de produção em que milhares de desempregados que contam apenas com sua força de trabalho tem o verdadeiro poder de barganha frente a meia dúzia de empregadores com o capital, o poder e os meios de produção nas mãos?

      Fala sério rapaz...

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  2. Parabéns. Estava curioso para descobrir sobre esse último fetiche dos neoliberais. Livre-mercado = desigualdade social = isso não é problema para "alguns"

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    1. Exatamente. E qual é a fórmula? Botam tudo na conta da meritocracia. Se a pessoa é pobre, a culpa não é do sistema econômico, e sim do próprio indivíduo, incapaz de competir no mercado...
      Grande abraço.

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    2. Aí é onde está o cerne da questão: em um país livre o pobre tem chance de arrumar um emprego e crescer na vida (sendo o que quiser ou tiver vocação para ser), ganhando pouco e juntando dinheiro, em um país protecionista não. Ou você acha que os sindicatos protegem os desempregados? deve achar que sim, mas os sindicatos só protegem os já empregados. A proteção é ruim para quem não está inserido no protecionismo e nem uma proteção do mundo vai conseguir proteger a todos.

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  3. A maioria dos exemplos citados não representa a prática inteligente do neoliberalismo. Um dos exemplos de pessoas que são a favor do estado de bem-estar social, de Maynard Keynes, é o exemplo de Carlos Menem, presidente da Argentina que tomou posse em 89. Por pressão dos EUA ele abre o mercado para produtos estrangeiros quebrando a indústria nacional. Em uma prática inteligente do neoliberalismo era preciso fortalecer a indústria interna, aumentando a concorrência entra indústrias nacionais a partir de diminuição da burocracia e das regulamentações. Portanto se fortalece a indústria nacional para depois abrir a economia para o mercado estrangeiro. Outro exemplo dado por keynesianos ou pessoas de esquerda é a crise de 1929 e o mito de que o New Deal salvou a economia americana. O New Deal, na época, prejudicou mais ainda a população, devido ao aumento de intervenção estatal. Isso pode ser provado no momento em que os EUA são os últimos a sair da crise. A Grã-Bretanha, por exemplo, não adotou nenhuma prática intervencionista e saiu da Grande Depressão em 1931/32, sendo que os Estados Unidos da América além de ter um pior desempenho em 1937, um dos ápices da crise econômica, só saem da "Great Depression" em 1947 após a segunda guerra mundial.
    Em geral, quando o indivíduo de direita demonstra sua posição, as pessoas que o ouvem já o condenam por ser “cego” e falam que esse mesmo indivíduo é pro-empresa. Este é um mito do capitalismo. O capitalismo é o inverso de pro-empresa. Os capitalistas prezam a alta concorrência e baixo custo para o consumidor o que é ruim para uma empresa. Já as pessoas que prezam um estado forte, como é o exemplo do “Welfare State” indiretamente prezam por monopólios e concessões feitas pelo estado, com altos custos, a partir de licitações e burocracia oferecendo assim um incentivo à concentração de renda e à falta de qualidade dos serviços públicos devido à proteção estatal.
    Segue abaixo o link com os países de maior liberdade economica e maior IDH para comparação:
    http://www.heritage.org/index/ranking
    http://www.nationmaster.com/country-info/stats/Economy/Human-Development-Index
    Se estiver duvidando dos links, pode procurar em qualquer outro lugar, mas por favor post.

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    1. Exatamente Guilherme, com tanto tempo sendo intervencionista e protecionista as empresas enfraqueceram, não dá para abrir o mercado de uma hora para outra. Mas pode-se fazer as empresas nacionais brigarem entre si. E o comentário sobre a crise de 29 também é perfeito. O New Deal só retardou a saída dos EUA da crise. Outro ponto é analisar o que foi os Estados Unidos antes da criação do FED e o que foi depois. Antes do governo se meter na economia os EUA cresciam como nem um outro país no mundo, era o liberalismo atuando, criaram o FED em 1913 desde então os EUA nunca mais cresceram como antes.

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  4. Perfeito o exemplo do transporte público. Abram a concorrência e o transporte melhora. O monopólio do transporte é ocasionado pelo governo é a prefeitura quem não permite que novas linhas sejam criadas. O livre mercado resolveria esse problema em dois tempos. O que as prefeituras fazem é proteger os empresários donos de empresas de ônibus; os liberais querem é que eles concorram sem proteção e o povo decida qual é o melhor. No liberalismo o POVO é quem decide o vencedor e não o governo intervencionista boboca.
    Outro exemplo é a própria Singapura. Lá as empresas podem ser estatais, mas o estado não é patrimonialista. Um funcionário de uma estatal não tem 1 estabilidade, 2 é contratado por meritocracia, 3 não há apadrinhamento político como na petrobrás por exemplo. 4 O foco é na produtividade e competência. É uma estatal, mas tem cara de empresa privada.
    Agora vamos falar do liberalismo de outros países, pegue o exemplo do Chile e do Peru (com ampla liberdade econômica) da américa latina e compare eles com Brasil e Argentina. Os EUA (sexto país mais livre do mundo) centro da crise de 2008 cresce mais que o Brasil apesar de Obama. A liberdade econômica é a solução para tudo. A China só cresce porque vem aumentando cada vez mais a liberdade econômica. Agora compare o IDH de todos os países do mundo com Índice de Liberdade Econômica deles e veja aonde se encontra Cuba, Coreia do Norte, Zimbábue. E onde se encontram Estados Unidos, Japão, Alemanha, Singapura, Austrália...

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    1. Para resolver o problema dos transportes públicos, bastaria que fossem públicos. A concorrência pode ser maqueada. Vocês tratam de assuntos importantes como se fossem crianças acreditando que as empresas não fazem cartéis. Desde que os bondes foram incendiados que as empresas tomam conta dos transportes públicos e não permitiram que as pessoas experimentassem o público, como realmente deveria ser.

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  5. Fracasso Neoliberal? Eu vejo o fracasso neoliberal quando vejo os EUA, Japão, Coreia do Sul ou Alemanha. Pelo contrário eu vejo o fracasso socialista quando vejo Coreia do Norte, Cuba, Zimbábue, Congo entre outros. Eu vejo o fracasso Keynesiano quando vejo Argentina, Venezuela, Brasil, Portugal, Grécia.
    Chamar FHC de Neoliberal é mesmo que dar um tapa na cara de Hayek ou de Milton Friedman só porque ele privatizou um punhado de empresas. Quanta inocência!!!

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    1. Gostei muito desse comentário, apesar de não gostar muito dos Estados Unidos.
      O PSDB hoje em dia não representa oposição ao Estado de bem-estar social, por isso tirem da cabeça que o PSDB representa todas as pessoas de direita! É a mesma coisa que eu falar que o PT representa os indivíduos de esquerda! Nenhum partido representa uma ideologia liberal.
      PS: Milton Friedman (ganhador do prêmio nobel de ciências econômicas), melhor economista do século XX (opinião)

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    2. Milton Friedman foi excelente sim, um dos maiores do seu tempo, mas acredito que o maior economista do seculo XX foi Ludwig Von Mises da escola Austriaca seguido pelo prêmio Nobel Friedrich Von Hayek (que escreveu o espetacular "O caminho da servidão", que eu recomendo). E concordo que o PSDB não é oposição ao estado de bem estar social. E que o PT não representa a esquerda, mas o PT é apenas o que há de pior na esquerda. Guilherme Melo, convido você a conhecer, se ainda não conhece, o Instituto Von Mises Brasil, um espaço para debate de ideias liberais com artigos, livros para download e aulas de economia. Seria um prazer se você visitasse esse site. http://www.mises.org.br/

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    3. Agradeço! Irei ler alguns artigos! Parecem ser bem interessantes!

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  6. E ainda tem mais: "O país, na verdade, não está em plena conformidade com os aspectos do ideal neoliberal como pensam seus defensores". Ora se estivesse seria um paraíso na terra. As empresas estrangeiras são bem tratadas sim e o governo investe muito em infraestrutura para garantir que elas sejam competitivas e permaneçam lá. As leis não mudam todo dia (como num certo país latino americano). O governo investe em setores estratégicos sim e muito, com isso transformou o país. É certo que os liberais pregam que o investimento seja privado e não público, por isso Singapura ainda não é um país perfeito. Agora dizer que ela não é liberal apenas porque o Estado investe muito em infraestrutura é o cúmulo da ignorância. Quanto mais livre, mais cresce e Singapura é sim uma economia de mercado livre. Mais livre que os EUA por exemplo, ou a Argentina citada no artigo, ou mesmo os paraísos fiscais como Bahamas e o Panamá.

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  7. Exato. Dizer que singapura é rica pq o estado existe em algum grau é tão estúpido quanto dizer que o fracasso de cuba se deve aos pequenos comércios que existem("capitalismo"). Tenha santa paciência com essa laia. Singapura é bem livre, atrás de HK apenas.

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    1. Talvez, na pressa de argumentar, você não tenha compreendido bem.
      Não é porque o Estado existe em algum grau, e sim pelo fato dele ser intervencionista, o que joga por terra a tese do livre mercado em Singapura.
      Grande parte do sucesso se deve ao controle estatal sobre a economia e não ao livre mercado que, como vimos, não é livre.

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  8. A carga tributária na Suécia é de 46%. O problema não é a carga tributária, mas sim, COMO ela é cobrada. Na Suécia são impostos diretos sobre a RENDA, o nosso são impostos REGRESSIVOS, ou seja, sobre investimento e consumo. Quem gosta desse tipo de impostos é neoliberal que adora arrancar dos pobres e da classe média e depois mandá-los esbravejar contra o Estado :D

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  9. Uma dúvida então. Vc cita no seu texto que países da America Latina rejeitaram o liberalismo. Mas existe um país que teve toda a sua economia re-formulada em cima dos ideias liberais e coincidentemente (ou não) é hoje o país com o melhor IDH da América Latina e teve um salto gigantesco na economia, que é o Chile. Graças a escola de Boston e seus ideais liberais, como o livre mercado e a não intervenção governamental o Chile esboça qualidade de vida e uma baixíssima taxa de desemprego. E vc cita um exemplo de como o intervencionismo foi bom que é no caso da Cingapura. Que tal citar também todas as vezes em que ele ferrou com o país? Como por exemplo quando a Dilma decidiu mexer no preço da conta da luz na canetada e depois de uns meses a conta voltou a aumentar e inclusive teve um aumentar muito maior do que teria se ela NÃO TIVESSE FEITO NADA. Ou como graças a INTERVENÇÃO estatal dos EUA tivemos a maior crise da história desde a grande depressão. E eu te faço outra pergunta, se o Estado não tivesse feito nenhum intervencionismo em Cingapura, será que hoje em dia o país seria uma porcaria como outros da Ásia ou ele também estaria em ótimas condições como é hoje? Agora a útlima pergunta para finalizar, pq no momento em que a Suécia aderiu a um governo de esquerda nos anos 90 pela primeira vez em decadas o governo entrou em recessão? Pq antes disso com a politica liberal da Suécia ela vinha crescedo absurdamente e figurava entre as melhores economias do mundo.

    Fonte de algumas informações que eu falei:
    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1696
    http://spotniks.com/sabe-aquela-historia-que-a-suecia-e-o-socialismo-que-deu-certo-entao-e-mentira/

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